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A partir desta
quinta-feira (14), o auxílio emergencial de R$ 600, proposto pela Assembleia
Legislativa de Minas Gerais (ALMG), começa a cair na conta das famílias mineiras
que vivem em situação de extrema pobreza — renda mensal de até R$
89,00 por pessoa. O pagamento é feito em parcela única, e os beneficiários
devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).
Superintendente
de Proteção Social Básica do Governo de Minas Gerais, Elder Gabrich explica
como as pessoas podem sacar o valor. "O beneficiário vai receber o valor
de duas formas. Quem já tem conta poupança social na Caixa, receberá na conta.
Quem não tem, a própria instituição financeira abrirá uma conta onde o recurso
será depositado", afirmou.
Ao anunciar detalhes do pagamento do auxílio
emergencial em entrevista coletiva no dia quatro de outubro, o governador Romeu
Zema, do partido Novo, revelou receio de que os beneficiários gastem o dinheiro
no bar. "Sabemos que infelizmente muitas pessoas não fazem uso adequado.
Para o bar, para o boteco e ali deixam quase a totalidade do que
receberam."
O auxilio emergencial foi aprovado pela
Assembleia Legislativa no fim de abril. A proposta é de autoria do presidente
da casa, deputado Agostinho Patrus (PV). Inicialmente o valor era de R$ 500.
O governador tentou apadrinhar o projeto,
quando as redes sociais do governo do estado anunciaram que Zema tinha “anunciado
e aprovado o benefício”. A postagem gerou forte reação de Agostinho Patrus, que
na ocasião criticou o governador, dizendo que ele tinha se apropriado de uma
ideia que não era dele. Patrus apresentou uma emenda aumentando o valor do
benefício de 500 para R$ 600.
Fonte: Rádio Itatiaia