Brasil
Publicada em 29/01/19 às 19:07h
Número de mortos em Brumadinho sobre para 84, e 276 pessoas continuam desaparecidas
Buscas chegaram ao quinto dia e têm o reforço de ajuda oferecida por Israel. Tragédia foi provocada pelo Rompimento de barragem da Vale em Minas Gerais.

Boa Nova FM

 (Foto: Mauro Pimentel)

A Defesa Civil de Minas Gerais informou, na noite desta terça-feira (29), que há 84 mortos e 276 desaparecidos após a tragédia provocada pelo rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Números da tragédia

·         84 mortos confirmados – 42 identificados 

·         276 desaparecidos

·         192 resgatados

·         391 localizados

Dois dos corpos retirados nesta terça são de pessoas que estavam no refeitório da Vale, segundo o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

De acordo com a Vale, cerca de 600 empregados estavam no refeitório e no prédio administrativo no momento do acidente.

Mais cedo, o chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, coronel Erlon Dias do Nascimento, havia afirmado que, como o volume de lama baixou bastante em alguns pontos, já é possível visualizar alguns corpos ou "segmentos de corpos".

 

A barragem de rejeitos, que ficava na mina do Córrego do Feijão, se rompeu na sexta-feira (25). O mar de lama varreu a comunidade local e parte do centro administrativo e do refeitório da Vale. Entre as vítimas, estão moradores e funcionários da Vale. A vegetação e rios foram atingidos.

Nesta segunda-feira (28), nenhuma vítima foi encontra com vida, segundo o Corpo de Bombeiros.

Buscas

As buscas nesta terça começaram pouco depois das 6h. Segundo o Corpo de Bombeiros, a operação desta deve priorizar a área em que possivelmente ficava o refeitório onde almoçavam funcionários da Vale no momento da tragédia.

As equipes usam helicóptero para fazer o transporte dos corpos retirados da lama.

Participam dos trabalhos 290 militares, sendo 120 de Minas Gerais e os outros de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e Alagoas. Em nota, os Bombeiros de Minas Gerais afirmaram que os militares israelenses também atuam na chamada "área quente".

De acordo com Aihara, a tropa da ajuda oferecida por Israel trouxe equipamentos para mapeamento de celulares, sonares, radar que detecta o tipo de material que está no local e drones ligados a satélites para mapear a área atingida.

Um dos equipamentos israelenses é capaz de encontrar pessoas com vida a 30 metros de profundidade.

 

 Por G1




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